< Emaranhado

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Não durmo, nem espero dormir.
Nem na morte espero dormir.
Espera-me uma insônia da largura dos astros,
E um bocejo inútil do comprimento do mundo.
— Fernando Pessoa.


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Repara bem no que não digo.
Leminski.   (via regou)


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Palavras
que me deixem
sem palavras:
é isso o que eu quero.
Poeticências (via iliterata)

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12 listens
+ Embriagados

Pela poesia; pela música cheia da melancolia. Pelo amor. Quem precisa de álcool, quando se tens o torpor proporcionado por estes aqui citados?


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Tu és a matéria plástica de meus versos, querida…
Porque, afinal,
Eu nunca fiz meus versos propriamente a ti:
Eu sempre fiz versos de ti!
— Mario Quintana  (via a-m-a-r-g-u-r-a-s)


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Nada é mais frustrante, do que ficar entre o que foi e o que queria que fosse.
Orquestrando.

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